O guarda-roupa masculino em xeque: Paris desafia convenções em meio a debates sobre masculinidade

Se a discussão acalorada do ano passado em torno de um simples suéter rosa servir de termômetro, é sinal de que as atitudes em relação à masculinidade permanecem muito mais frágeis do que imaginamos. No final de 2025, uma peça de tricô da J.Crew, com estampa fair isle e tom de algodão-doce, viralizou ao ser arrastada para o centro de um debate sobre se “homens de verdade” poderiam ou não usar tal cor. O estopim foi um post na rede social X da comentarista conservadora Juanita Broaddrick, que questionou: “Vocês estão brincando comigo?? Homens, vocês usariam esse suéter de US$ 168?”. A resposta da maioria foi um sonoro não — e não por causa da etiqueta de preço, mas porque a peça foi vista como desmasculinizante. “Mais feminização dos homens. Pare com isso, J.Crew”, escreveu um usuário, enquanto outro descreveu a roupa como algo digno de uma senhora idosa.

Adeus ao “luxo silencioso”

Diante desse cenário, fica a dúvida sobre o que esse público pensaria dos desfiles de moda masculina recém-apresentados em Paris. As peças, que os estilistas esperam ver nos guarda-roupas masculinos no próximo outono, variaram de saias midi a conjuntos em cores vibrantes como laranja queimado, rosa empoeirado e magenta. A proposta sinaliza uma mudança radical, afastando-se dos tons neutros que geralmente dominam o vestuário masculino pela versatilidade e sofisticação atemporal — qualidades que foram pilares da tendência do “luxo silencioso” que permeou a moda nos últimos anos.

Mas quem disse que o vermelho ou o rosa não podem ser clássicos? Essa parece ser a visão de marcas influentes, incluindo a Auralee, do designer japonês Ryota Iwai, a californiana Amiri e a Louis Vuitton, cuja linha masculina é desenhada pelo criativo multifacetado Pharrell Williams. Embora o que se vê nas passarelas seja sempre mais provocativo do que o encontrado nas araras das lojas, as novas propostas se destacam em um clima cultural onde influenciadores da “manosfera” — ou seja, a misoginia online — e defensores do estilo de vida “tradwife” rejeitam amplamente qualquer coisa que se desvie dos valores tradicionais e papéis de gênero rígidos.

A moda como provocação ou utilidade?

Persiste a eterna questão: os designers devem criar roupas para a vida real ou devem ser encorajados a pensar grande, apresentando peças complexas que desafiem as noções cotidianas de estilo? Há muitos anos, a abordagem heteronormativa da moda vem mudando, dando lugar a uma ideologia mais inclusiva e fluida. Isso é visível não apenas nas passarelas, mas também nos tapetes vermelhos, onde celebridades como Harry Styles e Alexander Skarsgård têm flexibilizado as regras de gênero. Contudo, se o colapso nervoso da internet no ano passado por causa de um suéter rosa for algum indicativo, um macacão da Issey Miyake ou uma saia de brocado da Dior ainda podem ser um passo longe demais para certos clientes. Felizmente para eles, ainda existem muitas alternativas convencionais disponíveis.

O brilho das estrelas na alta-costura

Enquanto o debate sobre o vestuário masculino segue aceso, a capital francesa continua sendo o epicentro do glamour global, com a Semana de Alta-Costura ocorrendo simultaneamente e atraindo os maiores nomes do entretenimento. No dia 26 de janeiro de 2026, o desfile de Primavera/Verão da Schiaparelli reafirmou o poder de atração de Paris.

A primeira fila do evento foi um espetáculo à parte. Teyana Taylor e Jodie Turner-Smith marcaram presença, trazendo sofisticação ao evento. A icônica Demi Moore também prestigiou a apresentação da Schiaparelli, roubando os flashes dos fotógrafos. O casal Aaron Paul e Lauren Parsekian foi visto chegando ao local, juntando-se a outras personalidades influentes da indústria, como o estilista e arquiteto de imagem Law Roach. A presença massiva dessas celebridades reforça que, independentemente das controvérsias online sobre o que se deve ou não vestir, Paris continua ditando as regras — ou a quebra delas — para o mundo todo.

Como configurar e otimizar seu roteador Multilaser para ter a melhor internet

Ter uma conexão estável e veloz deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade básica. Seja para o home office via VPN, para maratonar séries ou simplesmente controlar os dispositivos da casa inteligente, tudo depende daquela rede invisível que atravessa as paredes. No entanto, quando o sinal oscila ou a velocidade cai, a frustração é imediata. Se você acabou de adquirir um roteador da Multilaser — marca conhecida por modelos com excelente custo-benefício, como o Cosmo e o AC1200 — o primeiro passo é realizar uma configuração precisa, seja pelo computador ou pelo celular.

Passo a passo para a instalação técnica

Para começar a navegar, a parte física precisa estar correta. O roteador Multilaser geralmente apresenta portas com cores distintas; conecte o cabo de rede que vem do seu modem diretamente na porta WAN. Em seguida, use outro cabo de rede para ligar uma das portas de saída (LAN) ao seu notebook. Caso prefira fazer pelo celular, basta se conectar à rede Wi-Fi padrão que o aparelho emitirá assim que for ligado.

Com a conexão estabelecida, abra o navegador e digite o endereço IP 192.168.0.1. Para acessar o painel de controle, a Multilaser utiliza a senha padrão “Admin”. Uma vez dentro da interface, a recomendação é selecionar a opção de IP Estático. É neste momento que você define a identidade da sua rede: escolha um nome para o Wi-Fi (SSID) e crie uma senha segura, que deve ter entre 8 e 63 caracteres.

Para que a navegação flua sem gargalos, preencha os dados de rede conforme as especificações técnicas: no campo endereço WAN, utilize 192.168.11.2 com a máscara de sub-rede 255.255.255.0. O Gateway deve ser configurado como 192.168.11.1. Quanto aos servidores DNS, uma boa prática é usar o principal 177.54.235.195 e o secundário 8.8.8.8 (o DNS do Google), garantindo respostas mais rápidas nas buscas. Não esqueça de clicar em “Guardar” para que as alterações entrem em vigor.

Localização estratégica: o segredo de um sinal forte

A configuração no sistema é apenas metade do trabalho. O local onde você posiciona o aparelho influencia diretamente na qualidade do sinal que chega ao seu smartphone ou TV. Muita gente comete o erro de esconder o roteador atrás da televisão ou dentro de armários por questões estéticas, mas isso cria barreiras físicas desnecessárias.

O ideal é buscar um ponto central da casa e, preferencialmente, manter o roteador em um local alto, como uma prateleira. Se você mora em um apartamento pequeno, um único ponto de acesso costuma dar conta, mas casas grandes ou com vários andares podem exigir um sistema Mesh ou repetidores. Lembre-se: quanto mais centralizado, menor a chance de seus vizinhos “roubarem” parte do sinal por interferência e maior será a segurança da sua rede.

Inimigos do Wi-Fi e cuidados com o hardware

Existem interferências invisíveis que podem destruir sua experiência de navegação. O maior vilão doméstico é o forno de micro-ondas, que opera em uma frequência muito próxima aos 2,4 GHz do roteador. Tente manter uma distância segura entre esses aparelhos. Além disso, outros eletrônicos, como impressoras sem fio e monitores antigos, também podem causar ruídos na rede.

A durabilidade do seu roteador Multilaser depende de cuidados simples. Evite lugares abafados para prevenir o superaquecimento e mantenha o firmware sempre atualizado para corrigir falhas de segurança. Outro ponto crucial: em dias de tempestades com muitos raios, o mais prudente é retirar o equipamento da tomada. Descargas elétricas são fatais para os componentes sensíveis desses aparelhos. Com o hardware protegido e bem posicionado, sua internet terá muito mais estabilidade e fôlego para o dia a dia.