O Futuro Digital do Xbox: Expansão na China e Como Proteger seu Bolso na Loja

O mundo do Xbox não para de girar e, pelo visto, a Microsoft está armando jogadas grandes nos bastidores para expandir seu domínio. Vazamentos recentes de builds do Xbox Insider confirmaram dois codinomes que já estão deixando a comunidade curiosa: “Project Saluki” e “Positron”. A nova CEO do Xbox, Asha Sharma, já vinha dando a letra sobre uma estratégia mais agressiva na China, e o Saluki parece ser o coração desse movimento. Não se trata de uma assinatura qualquer, mas de vários níveis do Xbox Game Pass desenhados sob medida para as burocracias locais e o gosto muito específico do jogador chinês.

A China é um mercado monumental, porém historicamente um campo minado para as empresas ocidentais. Aproveitando as operações de peso da Activision-Blizzard e fechando parcerias com gigantes locais como a NetEase, a Microsoft quer abocanhar uma fatia desse bolo. A oferta do Game Pass por lá deve focar em títulos aprovados pela rigorosa censura do país e, possivelmente, explorar com mais força as moedas in-game. E o momento não poderia ser melhor. Tradicionalmente dominada pelo mercado mobile, a China está quebrando as portas dos jogos AAA com sucessos absurdos como Black Myth Wukong. O ritmo de crescimento é tão alto que analistas apostam que o país vai engolir os Estados Unidos e se tornar o maior mercado de games do mundo já em 2026.

Para quem já está imerso no ecossistema do lado de cá do globo, a outra novidade descoberta nos códigos bate mais perto de casa. O chamado projeto Positron aponta para um programa “disc-to-digital”, o que permitiria aos jogadores converterem seus jogos em mídia física para licenças digitais. Se isso vingar, será um divisor de águas na forma como gerenciamos nossas bibliotecas. E já que o futuro aponta para uma vida cada vez mais digital na loja da Microsoft, é inevitável esbarrar em um perrengue clássico: o que fazer quando o jogo que você comprou não é nada daquilo que prometeram?

Bateu o arrependimento depois de comprar um lançamento no hype? Aquele Cyberpunk 2077 rodando a lenha nos consoles da geração passada ensinou muita gente a usar a política de reembolso do Xbox. A boa notícia é que a empresa permite que você desfaça o negócio, mas o sistema não devolve seu suado dinheiro de olhos fechados. O maior motivo para a recusa de estornos é o tempo. A esmagadora maioria dos pedidos bate na porta do suporte depois que a janela limite de 14 dias já foi para o espaço.

Se você comprou o jogo há menos de 24 horas, o sistema vai exigir o número do pedido. Caso não encontre isso em lugar nenhum, segura a ansiedade, espera algumas horinhas e atualiza a página para ver se a compra finalmente registrou. Outra regra de ouro é fazer a solicitação logado na mesma conta que passou o cartão. Não adianta tentar estornar o jogo do seu irmão usando o seu perfil. Se por acaso você perdeu o acesso à conta original, o caminho vai ser brigar direto com o banco ou a administradora do cartão de crédito.

O processo muda um pouco de figura quando falamos de pré-vendas. Se você fez a pré-encomenda e a dúvida bateu antes do lançamento oficial, o estresse é quase zero. Basta acessar o seu histórico de pedidos, encontrar o título e clicar em cancelar o item. O valor volta automaticamente para o seu bolso caso já tenha sido cobrado. A única exceção chata é se você usou o saldo da própria carteira da conta Microsoft para pagar; aí não tem botão mágico, você vai precisar acionar o suporte para reaver os fundos. Produtos físicos como um controle ou até discos de jogos seguem a cartilha normal do varejo para devoluções e trocas.

Dar jogo de presente também exige certa malícia. Digamos que você comprou o tal do Cyberpunk 2077 pro seu parceiro, mas lembrou que ele ainda usa um Xbox One base. A janela de 14 dias continua valendo para você pedir o dinheiro de volta, mas com uma pegadinha fatal: se o código for resgatado, babou. O reembolso vai pro ralo na mesma hora, mesmo que a compra tenha sido feita há dez minutos. Se perceber que fez besteira, avisa o amigo na hora para ele não encostar no código de resgate.

Assinaturas recorrentes também entram na dança. Pelo painel de “Serviços e assinaturas” no site da Microsoft, você consegue gerenciar sua conta e, ao selecionar o cancelamento nas configurações de pagamento, o sistema avalia na hora se você tem direito ao estorno da mensalidade e já exibe a opção. Se o seu caso é uma exceção bizarra que não se encaixa em nenhuma dessas regras, a sua última cartada é preencher o formulário manual de solicitação. Descreva a treta com o máximo de detalhes possível, tenha o número do pedido em mãos e cruze os dedos.

O Universo Expansivo de Dragon Ball: A Chegada de Xenoverse 3 e o Legado no Cinema

A obra de Akira Toriyama continua provando que seu fôlego está longe de acabar. Conhecida globalmente por animes e mangás que definiram gerações, a franquia também possui um catálogo colossal de produções paralelas que expandem sua rica mitologia. Atualmente, os fãs têm dois grandes motivos para focar suas atenções no universo dos saiyajins: a confirmação oficial do aguardado jogo Dragon Ball Xenoverse 3 e a oportunidade perfeita para revisitar os longas-metragens mais aclamados da série.

Uma Nova Era nos Videogames

A Bandai Namco finalmente tirou do papel um dos projetos mais especulados pela comunidade. Anteriormente tratado nos bastidores apenas pelo codinome “Project 1000”, o recém-anunciado Dragon Ball Xenoverse 3 promete resgatar a essência da vertente de RPG de ação que estava adormecida desde o seu segundo título, em 2016. Desenvolvido novamente pelo estúdio Dimps, o jogo mantém a tradição de afastar-se da luta tradicional focada em fliperamas para dar aos jogadores a liberdade de criar seus próprios protagonistas e vivenciar histórias originais.

Durante um evento recente focado na série, um empolgante trailer transportou o público diretamente para uma vibrante versão futurista da Capital do Oeste. Entre rostos conhecidos como Bulma e Piccolo, a prévia fez questão de introduzir personagens inéditos. O grande destaque inicial é Brett, um jovem saiyajin. Após interagir com amigos, o novato recebe a missão de investigar um incidente misterioso, assumindo logo em seguida a clássica vestimenta do Grande Saiyaman.

O material em vídeo transita de forma fluida de cenas animadas — visualmente niveladas às séries de TV atuais da franquia — para o gameplay dinâmico em primeira pessoa, exibindo toda a glória tecnológica da cidade até uma cápsula com Bulma colidir violentamente contra a tela. Na nova trama, os jogadores farão parte do Esquadrão Grande Saiyaman ao lado de Brett e de um enigmático garoto de cabelos brancos. O lançamento global está agendado para 2027, com versões confirmadas para PC, Xbox Series X|S e PlayStation 5.

O Sucesso da Franquia nas Telonas

Enquanto o novo game exige alguns anos de paciência, mergulhar na cinematografia de Dragon Ball é o caminho ideal para a espera. Diferente dos arcos massivos da televisão, as produções para o cinema por vezes acabam passando um pouco fora do radar do grande público, mesmo abrigando batalhas viscerais e aprofundamento de personagens. Baseando-se nas rigorosas avaliações de usuários do site norte-americano IMDb, um levantamento recente compilou os quinze melhores filmes deste universo.

Da Década de 80 aos Tempos Sombrios

Abrindo a lista na décima quinta posição, com nota 7.0, está o clássico “Uma Aventura Mística” (1988). Tratando-se de uma continuidade alternativa, a obra condensa e reinventa a história da fase clássica de forma bastante autêntica. Subindo um degrau, deparamos com um empate de produções de 1992 avaliadas em 7.1. Em “O Retorno de Cooler”, Goku viaja até Nova Namekusei para impedir que o vilão homônimo escravize o planeta pacifico. Paralelamente, “O Retorno dos Androides” mostra o herói sobrevivendo a um vírus letal no coração, apenas para bater de frente com o Super Androide 13, uma máquina obcecada pela perfeição após a queda de seus antecessores.

Entrando na faixa da nota 7.2, “Uma Vingança Para Freeza” (1991) apresenta Cooler pela primeira vez, movido pelo ódio e pela vontade de destruir quem eliminou seu irmão mais novo. Aprofundando o tom narrativo, “A Batalha nos Dois Mundos” (1993) explora uma Terra sem Goku, forçando Gohan a abraçar o peso de seu legado em um cenário surpreendentemente sombrio após a derrota de Cell. Dando um salto temporal considerável, “A Batalha dos Deuses” (2013) quebrou um enorme hiato da franquia nas salas de cinema ao introduzir Bills, o deus da destruição que vaga pelo universo à procura do lendário Deus Super Saiyajin.

Expansão do Cânone e Heróis Alternativos

O nono lugar é dominado por “O Renascimento de Freeza” (2015, nota 7.3). Através da tecnologia avançada e de magia, o icônico imperador galáctico é ressuscitado pelos restos de seu exército para invadir a Terra. Logo em seguida, ostentando um 7.4, “Em Busca do Poder” (1996) serviu como um grande projeto de aniversário de dez anos do anime. A animação revisita os arcos iniciais do garoto com cauda de macaco em um ritmo acelerado e incrivelmente nostálgico.

Chegando à nota 7.5, um empate triplo define a metade superior do ranking. “Episódio de Bardock” (2011) atendeu ao antigo clamor popular por mais histórias do pai de Goku. O enredo acompanha o guerreiro acordando em um mundo desconhecido após a destruição do planeta Vegeta, assumindo o papel de protetor local. Já “O Ataque do Dragão” (1995) inovou ao descentralizar os Guerreiros Z de seu próprio filme, voltando os holofotes para o trágico herói Tapion. Fechando o trio, o violento “Broly – O Lendário Super Saiyajin” (1993) narra a sede de sangue do antagonista motivada por um detalhe bizarro: o choro irritante de Goku no berçário. Apesar disso, o núcleo dramático real repousa no plano de vingança articulado por Paragus, pai do monstro.

O Pódio Definitivo

A elite da lista começa com o amado “O Renascimento da Fusão: Goku e Vegeta” (1995), garantindo o quarto lugar com 7.7. O longa cravou seu nome na cultura pop ao marcar a primeira aparição de Gogeta, entregando combates coreografados com maestria contra o demônio Janemba.

O top 3 é inteiramente ocupado por obras primas avaliadas com 7.9. Na terceira colocação, “Bardock: O Pai de Goku” (1990) brilha ao retratar a rebelião solitária contra o império de Freeza, moldando o patriarca como uma figura implacável e surpreendentemente empática. Levando a medalha de prata, o asfixiante “Gohan e Trunks, os Guerreiros do Futuro” (1993) lança o espectador em uma linha do tempo dizimada. A dupla de sobreviventes endurecida pela tragédia trava batalhas perdidas contra androides cruéis, compondo a história mais dramática da saga.

Coroando a lista no primeiríssimo lugar está “Dragon Ball Super: Broly” (2018). Sendo o lançamento mais recente entre os selecionados, o espetáculo visual reimaginou completamente a origem do brutal guerreiro das lendas. O título não só ofereceu confrontos de tirar o fôlego ao unir Goku, Vegeta, Broly e Freeza em uma mesma arena, como o inseriu de maneira definitiva e oficial no cânone central que os fãs tanto veneram.

Novidades do Entretenimento Asiático: De Sucessos do Streaming a Promessas do Cinema

O consumo de produções asiáticas continua a movimentar o cenário do entretenimento global, combinando sucessos já consolidados no streaming com novos projetos ambiciosos voltados para o mercado internacional. Um excelente exemplo desse impacto contínuo é a popularidade duradoura de comédias românticas clássicas como “O Que Há de Errado com a Secretária Kim?”. Lançado originalmente em 2018 e baseado em um famoso quadrinho sul-coreano, o dorama segue conquistando o público no serviço Rakuten Viki. A trama acompanha Lee Young-joon (interpretado por Park Seo-joon), o vice-presidente incrivelmente narcisista do Grupo Yoomyung. Acostumado a ser o centro do universo, ele é pego de surpresa quando sua competente e leal secretária, Kim Mi-so (Park Min-young), pede demissão após nove anos massageando o ego do chefe.

Ela decide deixar o cargo por já ter alcançado certa estabilidade financeira, buscando agora colocar a própria vida em ordem e enfrentar velhos fantasmas do passado. No entanto, o egocêntrico executivo entende a situação de forma completamente equivocada. Ele passa a acreditar que a moça está perdidamente apaixonada por ele e embarca em uma jornada cômica para desvendar o que considera ser um grande mistério. Pela primeira vez, Young-joon se vê forçado a olhar para além do próprio umbigo, abrindo espaço para um romance inesperado ao perceber que sua ex-funcionária é muito mais interessante do que ele imaginava. A produção, que também traz nomes como Lee Tae-hwan e Kang Ki-young no elenco, tornou-se um marco divertido sobre relacionamentos no ambiente corporativo.

Lotte Entertainment e as Novas Apostas do Mercado

Enquanto essas produções televisivas mantêm seu público fiel, o cinema asiático prepara uma leva de novidades empolgantes. Durante o prestigiado evento Hong Kong FilMart, a gigante Lotte Entertainment assumiu os holofotes ao apresentar seu catálogo diversificado para os próximos anos. O grande destaque do estúdio é o drama nipo-coreano “Mr. Shota’s Last Business Trip”, dirigido por Lee Ju-hyoung, conhecido pelo aclamado “Red Family”. A obra reúne o astro sul-coreano Jin-young e o veterano ator japonês Otani Ryohei em uma narrativa sensível ambientada na cidade litorânea de Enoshima.

A história ganha vida quando um funcionário de meia-idade, incapaz de entregar sua carta de demissão, cruza o caminho de um jovem de coração partido em uma modesta loja de lámen. Os dois estranhos acabam fazendo um pacto inusitado para entregar as cartas não enviadas um do outro, sendo uma de amor e a outra de demissão. Aos poucos, eles são puxados para a densidade emocional das vidas um do outro. A estreia desse projeto está prevista para o segundo ou terceiro trimestre de 2026.

Comédia Musical e a Ascensão do Cinema Vietnamita

A Lotte também investe pesado no humor com “Wild Sing”, uma comédia focada na indústria do K-pop comandada pelo diretor Son Jae-gon. Com um elenco de peso encabeçado por Gang Dong-won, Um Tae-goo, Park Ji-hyun e Oh Jung-se, o filme foca nos ex-integrantes do Triangle. O grupo musical misto, que teve sua carreira destruída por um escândalo há duas décadas, agora luta com unhas e dentes para retornar aos palcos. O lançamento também é aguardado para meados de 2026.

Explorando novos territórios regionais, a empresa incluiu três produções vietnamitas em sua linha de ficção. Entre elas está “Blood Moon Feast 8”, uma mistura de terror e comédia produzida por Charlie Nguyen sobre um cineasta em apuros que aceita gravar um filme ao vivo, em plano-sequência, para se reconectar com a filha. A situação rapidamente sai do controle assim que as câmeras começam a rodar. Já “Double Couple Trouble”, estrelado por Dustin Nguyen e MisThy, traz uma confusão prestes a explodir 48 horas antes de um casamento, quando um segredo de dez anos vem à tona e afeta cinco famílias diferentes. O drama sobrenatural “Bus”, que chega aos cinemas vietnamitas ainda este mês, acompanha um fantasma com amnésia em busca da verdade devastadora que conecta sua morte à família do homem que ama.

Completando esse leque eclético de projetos, há ainda o filme-concerto “Blue Archive: The Orchestra in Cinema”. Sob a direção de Jo Yoon-soo, o longa captura as emocionantes apresentações musicais ocorridas no Seoul Olympic Hall em setembro passado e já estreou na Coreia do Sul em dezembro, reafirmando a força das produções asiáticas em todas as telas.

Guia de Smartphones: Dos Topos de Linha Atuais ao Promissor iPhone Dobrável

Qual é o aparelho ideal para o seu perfil no mercado atual? Hoje, o celular deixou de ser apenas uma ferramenta de comunicação para se tornar o centro da nossa rotina de trabalho, estudos e organização pessoal. Por isso, preparamos um panorama completo das melhores opções disponíveis. Temos desde os modelos mais sofisticados, recheados de recursos de inteligência artificial, até alternativas básicas que entregam o essencial com maestria. Além disso, vamos olhar um pouco para frente e entender como a Apple planeja chacoalhar o mundo dos dispositivos dobráveis nos próximos meses.

O Topo da Cadeia: Experiência Premium e Inteligência Artificial

Para quem exige o máximo de desempenho, câmeras de nível profissional e design de ponta, as gigantes da tecnologia capricharam nas suas linhas principais. São aparelhos desenhados para entregar a melhor experiência móvel possível.

A Apple lidera o seu portfólio com o robusto iPhone 16 Pro Max. Custando entre R$ 9.500 e R$ 14.000, o modelo traz uma imersiva tela Super Retina XDR de 6,9 polegadas com tecnologia ProMotion e modo Sempre Ativo. Sob o capô, o processador A18 Pro dita o ritmo, garantindo fôlego de sobra para rodar a suíte Apple Intelligence e oferecendo incríveis 33 horas de reprodução de vídeo. O conjunto fotográfico impressiona com sua câmera tripla, combinando dois sensores de 48 MP, na principal e na ultra-angular, com uma lente teleobjetiva de 5x. Outro diferencial físico é o prático botão de ação personalizável.

Ainda no ecossistema da maçã, o iPhone 16e surge como a porta de entrada para a experiência premium. Ele compartilha o processador A18, o botão de ação e a integração com inteligência artificial, mas custa bem menos, variando de R$ 4.000 a R$ 6.500. Sua bateria suporta cerca de 26 horas de vídeo, alimentando uma tela OLED de 6,1 polegadas e uma versátil câmera Fusion de 48 MP.

Na trincheira do Android, o Samsung Galaxy S25 Ultra é o pacote mais imponente. O aparelho já sai da caixa com a clássica caneta S-Pen e ostenta uma tela Super AMOLED QHD de 6,9 polegadas, operando a fluidos 120 Hz. Equipado com o processador Snapdragon 8 Gen 3 for Galaxy, até 512 GB de armazenamento e 12 GB de RAM, o celular lida com qualquer tarefa pesada sem engasgar. O módulo de câmeras é um espetáculo à parte, trazendo um arranjo quádruplo de 200 MP, duas lentes de 50 MP e uma de 10 MP. As funções do Galaxy AI, como a busca inteligente por imagem, texto e voz, elevam a produtividade diária, tudo sustentado por uma bateria de 5.000 mAh. O preço fica na faixa de R$ 7.200 a R$ 8.000.

Caso o orçamento esteja um pouco menor, o Galaxy S25+ entrega uma performance muito semelhante por valores entre R$ 5.000 e R$ 6.000. Ele mantém o mesmo chip avançado, os recursos de IA e o armazenamento interno, mas faz leves adaptações. A bateria passa para 4.900 mAh e a tela Super AMOLED QHD encolhe sutilmente para 6,7 polegadas. As câmeras também ganham uma nova configuração, formando um trio de 50 MP, 12 MP e 10 MP.

Fechando o segmento de elite, a Motorola investe pesado no Edge 60 Pro 5G. Tabelado em R$ 3.999, o modelo é a aposta certa para quem busca um equilíbrio apurado entre preço e especificações de ponta. O display curvo de 6,7 polegadas, com resolução 1220×2712 a 120 Hz, forma uma dupla e tanto com o poderoso conjunto de câmeras da Sony. São três lentes, sendo duas de 50 MP e uma de 10 MP. Graças ao chip Mediatek Dimensity 8350 Extreme, os recursos Moto AI funcionam com extrema rapidez, impulsionados por 512 GB de espaço e 12 GB de RAM nativos, que ainda ganham o reforço de mais 12 GB de RAM Boost. Uma bateria gigante de 6.000 mAh garante muitas horas longe da tomada.

Desempenho Sem Quebrar o Banco: O Reino dos Intermediários

Se a ideia é gastar até três mil reais, a categoria intermediária nunca esteve tão bem servida. É totalmente possível usar aplicativos modernos e jogar com fluidez sem pagar o preço estratosférico de um lançamento principal.

Neste cenário, o Motorola Moto g56 5G se destaca facilmente. A família Moto G sempre foi popular no Brasil por causa do excelente custo-benefício, e esta nova iteração faz jus à fama partindo de R$ 1.999. O aparelho oferece uma tela Full HD+ de 6,7 polegadas a 120 Hz, acompanhada de 512 GB de memória e 8 GB de RAM expansíveis com mais 16 GB virtuais. O processador Mediatek Dimensity 7060 dá conta do recado, e a autonomia fica por conta de uma generosa bateria de 5.200 mAh. Para registrar os momentos do dia a dia, a câmera dupla carrega sensores da Sony de 50 MP e 8 MP, totalmente integrados às facilidades fotográficas da Moto AI.

O Próximo Grande Passo: O Aguardado iPhone Dobrável

Enquanto o mercado atual fervilha com essas opções formidáveis, os olhares mais atentos da indústria já se voltam para o horizonte. Rumores sobre o inédito iPhone Fold ganham cada vez mais força, indicando um movimento agressivo da Apple para bater de frente com o longo domínio da linha Galaxy Z Fold da Samsung. A fabricante de Cupertino tem o costume histórico de esperar a tecnologia amadurecer nas mãos da concorrência, deixando que os usuários do Android lidem com os defeitos iniciais, antes de lançar a sua própria versão lapidada.

A tecnologia de telas flexíveis já avançou muito nos últimos anos. O grande desafio atual da engenharia é criar uma tela que, ao ser aberta, não deixe nenhuma linha de dobra visível. Mesmo com novidades de marcas como a Oppo agitando eventos como o Mobile World Congress, tudo aponta que será a Apple a grande responsável por levar essa inovação ao circuito comercial principal.

Vazamentos recentes do perfil Fixed Focus Digital na rede Weibo sugerem que a empresa pode apresentar seu dobrável no próximo outono do hemisfério norte. O aparelho promete ter um vinco quase imperceptível de míseros 0.15 mm e um ângulo de dobra inferior a 2,5 graus, resultando em um visual contínuo praticamente perfeito.

As medidas também impressionam. O dispositivo deve alterar sua forma de uma compacta tela externa de 5,3 polegadas para um painel expandido de 7,8 polegadas. Quando totalmente aberto, a espessura seria de apenas 4,5 mm, enquanto dobrado ficaria na casa dos 9 a 9,5 mm.

As entranhas do celular devem abrigar um inédito processador A20 ou superior, trabalhando ao lado de 12 GB de RAM e uma bateria de 5.000 mAh. Na parte de fotografia, especula-se um arranjo traseiro de duas lentes de 48 MP, enquanto o conjunto frontal contaria com câmeras duplas de 18 MP, prontas para uso tanto no modo fechado quanto aberto.

Tratando-se de uma categoria inteiramente nova dentro da Apple, o preço certamente refletirá toda essa exclusividade. A marca costuma precificar suas grandes inovações lá no alto, e analistas apostam que o iPhone Fold ditará um novo patamar no mercado de luxo, com valores iniciais girando em torno de US$ 2.000 (cerca de £ 1.485).

O guarda-roupa masculino em xeque: Paris desafia convenções em meio a debates sobre masculinidade

Se a discussão acalorada do ano passado em torno de um simples suéter rosa servir de termômetro, é sinal de que as atitudes em relação à masculinidade permanecem muito mais frágeis do que imaginamos. No final de 2025, uma peça de tricô da J.Crew, com estampa fair isle e tom de algodão-doce, viralizou ao ser arrastada para o centro de um debate sobre se “homens de verdade” poderiam ou não usar tal cor. O estopim foi um post na rede social X da comentarista conservadora Juanita Broaddrick, que questionou: “Vocês estão brincando comigo?? Homens, vocês usariam esse suéter de US$ 168?”. A resposta da maioria foi um sonoro não — e não por causa da etiqueta de preço, mas porque a peça foi vista como desmasculinizante. “Mais feminização dos homens. Pare com isso, J.Crew”, escreveu um usuário, enquanto outro descreveu a roupa como algo digno de uma senhora idosa.

Adeus ao “luxo silencioso”

Diante desse cenário, fica a dúvida sobre o que esse público pensaria dos desfiles de moda masculina recém-apresentados em Paris. As peças, que os estilistas esperam ver nos guarda-roupas masculinos no próximo outono, variaram de saias midi a conjuntos em cores vibrantes como laranja queimado, rosa empoeirado e magenta. A proposta sinaliza uma mudança radical, afastando-se dos tons neutros que geralmente dominam o vestuário masculino pela versatilidade e sofisticação atemporal — qualidades que foram pilares da tendência do “luxo silencioso” que permeou a moda nos últimos anos.

Mas quem disse que o vermelho ou o rosa não podem ser clássicos? Essa parece ser a visão de marcas influentes, incluindo a Auralee, do designer japonês Ryota Iwai, a californiana Amiri e a Louis Vuitton, cuja linha masculina é desenhada pelo criativo multifacetado Pharrell Williams. Embora o que se vê nas passarelas seja sempre mais provocativo do que o encontrado nas araras das lojas, as novas propostas se destacam em um clima cultural onde influenciadores da “manosfera” — ou seja, a misoginia online — e defensores do estilo de vida “tradwife” rejeitam amplamente qualquer coisa que se desvie dos valores tradicionais e papéis de gênero rígidos.

A moda como provocação ou utilidade?

Persiste a eterna questão: os designers devem criar roupas para a vida real ou devem ser encorajados a pensar grande, apresentando peças complexas que desafiem as noções cotidianas de estilo? Há muitos anos, a abordagem heteronormativa da moda vem mudando, dando lugar a uma ideologia mais inclusiva e fluida. Isso é visível não apenas nas passarelas, mas também nos tapetes vermelhos, onde celebridades como Harry Styles e Alexander Skarsgård têm flexibilizado as regras de gênero. Contudo, se o colapso nervoso da internet no ano passado por causa de um suéter rosa for algum indicativo, um macacão da Issey Miyake ou uma saia de brocado da Dior ainda podem ser um passo longe demais para certos clientes. Felizmente para eles, ainda existem muitas alternativas convencionais disponíveis.

O brilho das estrelas na alta-costura

Enquanto o debate sobre o vestuário masculino segue aceso, a capital francesa continua sendo o epicentro do glamour global, com a Semana de Alta-Costura ocorrendo simultaneamente e atraindo os maiores nomes do entretenimento. No dia 26 de janeiro de 2026, o desfile de Primavera/Verão da Schiaparelli reafirmou o poder de atração de Paris.

A primeira fila do evento foi um espetáculo à parte. Teyana Taylor e Jodie Turner-Smith marcaram presença, trazendo sofisticação ao evento. A icônica Demi Moore também prestigiou a apresentação da Schiaparelli, roubando os flashes dos fotógrafos. O casal Aaron Paul e Lauren Parsekian foi visto chegando ao local, juntando-se a outras personalidades influentes da indústria, como o estilista e arquiteto de imagem Law Roach. A presença massiva dessas celebridades reforça que, independentemente das controvérsias online sobre o que se deve ou não vestir, Paris continua ditando as regras — ou a quebra delas — para o mundo todo.

Como configurar e otimizar seu roteador Multilaser para ter a melhor internet

Ter uma conexão estável e veloz deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade básica. Seja para o home office via VPN, para maratonar séries ou simplesmente controlar os dispositivos da casa inteligente, tudo depende daquela rede invisível que atravessa as paredes. No entanto, quando o sinal oscila ou a velocidade cai, a frustração é imediata. Se você acabou de adquirir um roteador da Multilaser — marca conhecida por modelos com excelente custo-benefício, como o Cosmo e o AC1200 — o primeiro passo é realizar uma configuração precisa, seja pelo computador ou pelo celular.

Passo a passo para a instalação técnica

Para começar a navegar, a parte física precisa estar correta. O roteador Multilaser geralmente apresenta portas com cores distintas; conecte o cabo de rede que vem do seu modem diretamente na porta WAN. Em seguida, use outro cabo de rede para ligar uma das portas de saída (LAN) ao seu notebook. Caso prefira fazer pelo celular, basta se conectar à rede Wi-Fi padrão que o aparelho emitirá assim que for ligado.

Com a conexão estabelecida, abra o navegador e digite o endereço IP 192.168.0.1. Para acessar o painel de controle, a Multilaser utiliza a senha padrão “Admin”. Uma vez dentro da interface, a recomendação é selecionar a opção de IP Estático. É neste momento que você define a identidade da sua rede: escolha um nome para o Wi-Fi (SSID) e crie uma senha segura, que deve ter entre 8 e 63 caracteres.

Para que a navegação flua sem gargalos, preencha os dados de rede conforme as especificações técnicas: no campo endereço WAN, utilize 192.168.11.2 com a máscara de sub-rede 255.255.255.0. O Gateway deve ser configurado como 192.168.11.1. Quanto aos servidores DNS, uma boa prática é usar o principal 177.54.235.195 e o secundário 8.8.8.8 (o DNS do Google), garantindo respostas mais rápidas nas buscas. Não esqueça de clicar em “Guardar” para que as alterações entrem em vigor.

Localização estratégica: o segredo de um sinal forte

A configuração no sistema é apenas metade do trabalho. O local onde você posiciona o aparelho influencia diretamente na qualidade do sinal que chega ao seu smartphone ou TV. Muita gente comete o erro de esconder o roteador atrás da televisão ou dentro de armários por questões estéticas, mas isso cria barreiras físicas desnecessárias.

O ideal é buscar um ponto central da casa e, preferencialmente, manter o roteador em um local alto, como uma prateleira. Se você mora em um apartamento pequeno, um único ponto de acesso costuma dar conta, mas casas grandes ou com vários andares podem exigir um sistema Mesh ou repetidores. Lembre-se: quanto mais centralizado, menor a chance de seus vizinhos “roubarem” parte do sinal por interferência e maior será a segurança da sua rede.

Inimigos do Wi-Fi e cuidados com o hardware

Existem interferências invisíveis que podem destruir sua experiência de navegação. O maior vilão doméstico é o forno de micro-ondas, que opera em uma frequência muito próxima aos 2,4 GHz do roteador. Tente manter uma distância segura entre esses aparelhos. Além disso, outros eletrônicos, como impressoras sem fio e monitores antigos, também podem causar ruídos na rede.

A durabilidade do seu roteador Multilaser depende de cuidados simples. Evite lugares abafados para prevenir o superaquecimento e mantenha o firmware sempre atualizado para corrigir falhas de segurança. Outro ponto crucial: em dias de tempestades com muitos raios, o mais prudente é retirar o equipamento da tomada. Descargas elétricas são fatais para os componentes sensíveis desses aparelhos. Com o hardware protegido e bem posicionado, sua internet terá muito mais estabilidade e fôlego para o dia a dia.